Quarta-feira, 30 de Novembro de 2005

Ginásio de Matemática

Já abriu o Mathnasium em Vila Nova de Gaia para pôr os mais jovens a “mexer” com os números.



“Tal como num ginásio se exercita o corpo, no Mathnasium exercita-se o raciocínio” - este é o conceito que está subjacente a um método inovador de aprender Matemática: cada aluno é acompanhado através de um programa de treino personalizado, construído a partir de um diagnóstico inicial, podendo, assim, reforçar os seus conhecimentos de Matemática, bem como a sua autoconfiança.
Este centro de aprendizagem destina-se a alunos do ensino básico (2.º ao 9.º ano) e pode ser frequentado de segunda a sexta-feira, das 16h00 às 20h00 e aos sábados das 10 às 13 horas.


Fonte: Comércio de Gaia

publicado por Pedro_Santos às 15:33
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Sexta-feira, 11 de Novembro de 2005

Trance Party

Vindo directamente de Israel, Udi Aka Dj Goblin promete animar a noite do Hard-Club de hoje, sexta-feira 11 de Novembro, com uma sessão de trance music. O primeiro beat está marcado para a 01h00, com Goblin a prometer não defraudar as expectativas.


Horário:


01h00


Local:


Hard-Club
Cais de Gaia,1158
4400-161, Vila Nova de Gaia


Contacto:


Telefone - 223744755
Fax - 223753814
mail@hard-club.com
www.hard-club.com


Bilhetes:


5 Euros


Fonte: GaiaGlobal

publicado por Pedro_Santos às 13:44
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Quinta-feira, 10 de Novembro de 2005

! ! ! ATENÇÃO ! ! !

O site Blog de Gaia, interessado em todas as questões de Gaia, realizou uma votação para saber as opiniões dos utilizadores sobre o namoro das duas jovens na escola António Sérgio.

Para dar a sua opinião, clique na secção VOTE AQUI ! presente no lado esquerdo do site ou - Clique aqui -


A sua opinião CONTA!!!!!!!!!!
publicado por Pedro_Santos às 09:47
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A guerra continua...

As protagonistas da história são duas alunas da Escola Secundária de António Sérgio, em Gaia, e já não mostram grande vontade em falar do caso. "Sinto-me mal. Já nem saio de casa como antes". As palavras vêm de uma das estudantes que, há cerca de oito meses, assumiu um namoro proibido aos olhos de responsáveis da escola. Proibido porque lésbico. Proibido porque fora "da sã convivência e do respeito".

Trocado um beijo em frente a uma funcionária, espoletou-se uma polémica que, do interior da escola, já chegou ao Parlamento, pela mão do deputado do Bloco de Esquerda, João Teixeira Lopes, que fala em "discriminação". Agora, é a vez do presidente da Confederação Nacional de Associações de Pais (Confap), Albino Almeida, criticar a forma de actuar do Conselho Executivo da Escola.

"O namoro entre alunas foi pretexto para estigmatizar e revela que falta formação cívica aos responsáveis pela escola", atira o dirigente, considerando que "é inaceitável pensar que é com regulamentos ou com falsos moralismos que se vai probir seja o que for".

Os visados mantêm a posição assumida na passada segunda-feira. Negam qualquer discriminação, falam em respeito e impõem regras a "homo ou a heterossexuais". As acusações feitas pela Associação de Estudantes, que denunciou o caso num debate realizado dentro da própria escola, e pelas duas alunas (ler caixilho) ficam sem resposta directa.

Vale um comunicado, onde se desmente que haja "uma lei anti-abraço", expressão usada por estudantes para rotular o que ficou estipulado. Ou seja, namorar é possível, desde que fora dos muros da escola. A regra é para todos.Albino Almeida não concorda com a imposição.

Intervir e mediar

"Os problemas da sexualidade têm de ser debatidos, com confiança, entre escolas, jovens e famílias. No caso, até pode tratar-se de uma opção sexual que nem será definitiva. E o que se fez? Estigmatizou-se e criou-se um fenómeno de vitimização. Perante alguma falta de disciplina e de empenho, a atitude foi marcar as alunas, tipo "ainda por cima são lésbicas!", referiu, ontem, ao JN, Albino Almeida.

"Quem está à frente de um Conselho Executivo tem de saber intervir e mediar. E apostarem em pessoal não docente com capacidade para enfrentar problemas. Uma escola leva anos a construir um bom nome. Não pode deixar que isso se destrua em dois segundos ", acrescenta.

A responsável pela Direcção Regional de Educação do Norte, Margarida Oliveira, contesta, também, o comportamento dos responsáveis pela escola, prometendo acompanhar o assunto, incluindo "com apoio psicológico" necessário.



Margarida Fonseca

"Fizeram-me sentir que não sou normal"

O anonimato é a condição imposta. A conversa surge, devagar, com cansaço. A estudante relata a sua versão sem esconder que a projecção pública do caso ficar-lhe-á gravada na pele. "O preconceito dói. O desprezo também", salienta, admitindo que a polémica só teve, como ponto positivo, "pôr a comunidade a pensar sobre a injustiça, a marginalização".

E é isso que diz sentir.

"Ninguém gosta de ver funcionárias de uma escola a apontar o dedo. 'Olha as duas fufas', foi o que ouvimos. Como ouvimos professores a dizerem que não tinha um comportamento normal. Normal é que não é um director de turma chamar a minha mãe e perguntar-lhe se sabia que eu tinha relações com mulheres na escola. Eu sou a minha própria encarregada de educação. A intenção foi negativa".

A aluna nunca se refere, porém, ao namoro com a colega. Fala na troca de um beijo, junto às pautas, visto por "uma empregada que reagiu mal". Conta que a repreensão causou um "incidente de que se arrepende". "Quando me chamaram ao Conselho Executivo essa troca de palavras nem sequer mereceu reprovação. A vice-presidente tratou foi de avisar-me que se queria ser lésbica podia sê-lo, mas fora da escola. E não havia mais beijos nem abraços. Quando lhe perguntei se essa decisão era só para mim, respondeu é para ti e para todos".

O relacionamento com a mãe passou "por tempos difíceis". Agora, "está tudo bem", mas a "vontade de sair é cada vez menor". A solidariedade vinda de alunos "conforta". Aliás, foi à Associação de Estudantes que o caso foi transmitido, logo após "os acontecimentos". Agora, uma frase destaca-se nas paredes da escola "Abaixo os muros".


Fonte: JN

publicado por Pedro_Santos às 09:27
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Quarta-feira, 9 de Novembro de 2005

Menezes quer Portugal Fashion em Gaia

Luís Filipe Menezes está a negociar a transferência do Portugal Fashion do Porto para Vila Nova de Gaia, segundo avançou, segunda-feira, o JN. A notícia fazia referência à presença do presidente da Câmara nos principais desfiles do evento, no passado domingo, na antiga Central Eléctrica do Freixo.

De acordo com a referida notícia, Menezes manifestou a sua intenção aos próprios responsáveis da Associação Nacional de Jovens Empresários e prometeu um espaço mais de acordo com o glamour do principal acontecimento de moda do Norte, possivelmente nos antigos armazéns das caves da Real Companhia Velha. Entretanto, terá ficado agendada uma visita da ANJE ao local apontado por Luís Filipe Menezes.


Fonte: Comércio de Gaia

publicado por Pedro_Santos às 09:46
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Terça-feira, 8 de Novembro de 2005

Namoro impedido

O namoro entre duas alunas da Escola Secundária de António Sérgio, em Gaia, foi proibido por uma funcionária e abriu um conflito entre estudantes e docentes responsáveis. O caso até poderia passar despercebido se não fosse denunciado durante um debate, sobre homofobia, realizado, há dias, dentro da própria escola.

A Associação de Estudantes acusa o Conselho Executivo de tentar impor, desde então, "uma lei antiabraço" e fala em "proibição de afectos" . Garante que os alunos são vigiados e que "qualquer manifestação de carinho, tipo beijos ou abraços", merece impedimentos e "conselhos para que aconteçam fora da escola".

O órgão directivo visado respondeu, ontem, com um comunicado, entregue pessoalmente, ao JN, pelo seu presidente António Teixeira. Na nota, rejeita-se a "prática de perseguir, marginalizar ou (...) interferir nas opções do foro privado dos alunos", nega-se a existência da tal lei "antiabraço" e defende-se "o respeito mútuo e a sã convivência entre toda a comunidade escolar". "E isto é válido para homo e heterosexuais", remata o comunicado.

Desconforto e coragem

"Nunca se questionaram os namoros dentro da escola até agora. Os beijos e abraços não são proibidos no Regulamento Interno e trocar carinho não é faltar ao respeito". A frase, dita por Rita, membro da Associação de Estudantes, merece assentimento dos oito estudantes que foram formando uma roda à porta da escola. "Respeito é aceitar as opções sexuais de cada um", acrescenta Guilherme, líder do grupo por eleição.

Nos rostos dos adolescentes nota-se desconforto, mal-estar. Mas a atitude é de coragem. Na hora de dizer os nomes, eles soltam-se das bocas sem receio. Rita, Guilherme, Alexandre, Luísa, Ana, Tiago, Jorge e Ana Luísa querem constar como na reportagem porque "defensores da liberdade de convicções".

"Ninguém gosta de ferir susceptibilidades. O que nos fere é saber que o amor entre duas alunas trouxe homofobia à escola. E ninguém pode dizer que o assunto era desconhecido. Antes da Associação de Estudantes saber, pelas próprias visadas, o que passava, o Conselho Executivo tinha falado sobre o caso, com as alunas, se bem que usando faltas como disfarce", diz Rita.

"A nossa consciência ditou que não nos calássemos. A melhor forma de tratar o problema foi fazendo um debate. Houve autoritarismo da parte da funcionária que alega ter ficado chocada por ver as duas alunas aos beijos. Há, agora, autoritarismo ao proibir namoros dentro da escola e ao pôr professores a vigiar os alunos nos intervalos", afirma Guilherme.

No comunicado, o Conselho Executivo salienta que desconhecia o relacionamento das duas alunas antes do debate. E assegura que, mesmo que soubesse, nada faria contra "convicções de natureza religiosa, política, sexual ou outras". Há, porém, algumas reticências desde que tais convicções sejam assumidas fora da escola.


"Escola é agora uma rotunda e nem controlo tem à porta"

O painel de azulejos, numa das paredes do átrio principal da escola secundária, pretende homenagear o homem que lhe dá o nome. António Sérgio, filósofo, defensor da liberdade, deixou , como conselho, que se aprenda a pensar. "É o que tentamos fazer todos os dias", assegura Guilherme Morais, presidente da Associação de Estudantes, criticando o facto da escola se ter transformado "numa rotunda" mercê das obras que decorrem no Jardim de Soares dos Reis, devido à construção de um dos acessos à Via de Cintura Interna. "Temos de aceitar que só é permitido fumar fora das instalações. Teremos, agora, também que nos relacionar na via pública. Ninguém se interroga sobre a nossa segurança. Há constantemente carros a circular à volta da escola, devido ao desvio de trânsito. E nem sempre há quem controle as entradas e saídas da escola. Tanto há porteiro como não há", sublinha o dirigente estudantil. "Há falta de pessoal. Mas não há falta de controlo", rebate António Teixeira, presidente do Conselho Directivo. No entanto, a associação argumenta que ainda se aguarda pela instalação de cartões electrónicos que permitirão acessos controlados à escola, para além de servir, com carregamentos, como forma de pagamento de serviços."Pagámos, em Fevereiro, sete euros. Continuamos sem ver a cor dos cartões", asseguram os representantes dos alunos.

"Não é verdade que assim seja. Já há cartões. Pode haver é alunos que não pagaram ou não entregaram, a tempo e horas, fotografias e dados", contesta o responsável pelo órgão directivo da escola."Em vez dos professores e dos responsáveis se preocuparem com os namoros deveriam tratar da falta de condições em alguns pavilhões e nos balneários. No Inverno, o frio é tanto dentro de salas como no exterior", criticam os alunos.


Fonte: JN
publicado por Pedro_Santos às 09:01
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Segunda-feira, 7 de Novembro de 2005

Exemplo a seguir dado pelos mais novos!

O Centro Social de Sandim, a Escola E.B 2/3 Teixeira Lopes e a Escola EB1 do Alquebre foram distinguidas com o galardão eco-escolas atribuído pelo programa europeu com o mesmo nome. A distinção classifica a escola como um bastião ambiental, sendo as suas práticas ecológicas um exemplo a seguir para as comunidades educativas e sociais.

A título exemplificativo, o Centro Social de Sandim conquistou a bandeira verde pelo terceiro ano consecutivo, tendo as suas 196 crianças realizado um trabalho válido de preservação ambiental que se extendeu à comundade, com a colocação dos eco-pontos em Sandim. Numa vertente social, as crianças realizaram acções de sensibilização para a prevenção dos incêndios homenageando do mesmo modo o trabalho das corporações de bombeiros.


Fonte: Gaia Global

publicado por Pedro_Santos às 10:13
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Sábado, 5 de Novembro de 2005

CDU quer extinguir Gaiurb

Ilda Figueiredo, vereadora da CDU na Câmara Municipal de Gaia, defendeu, ontem, o fim da empresa municipal Gaiurb, Gestão Urbanística e da Paisagem Urbana de Gaia.

"O concelho tem demasiadas empresas municipais, fundações e até uma entidade, a Energaia, que ninguém percebe muito bem o que é. E elas praticamente esvaziam a gestão corrente da autarquia. O caso da Gaiurb é paradigmático, com a Câmara a entregar o urbanismo a uma empresa, mesmo que municipal", afirmou Ilda Figueiredo.

Fazendo um primeiro balanço após as eleições autárquicas, a vereadora comunista sublinhou a importância da CDU.

"Conseguimos diminuir a importância da maioria absoluta do PSD/CDS-PP e, com isso, garantimos maior pluralismo e transparência na gestão autárquica", referiu a vereadora.

Por outro lado, Ilda Figueiredo criticou o PIDDAC regionalizado que, afirmou, "não responde às principais carência de Gaia, seja em termos de investimentos em infraestruturas, seja em equipamentos essenciais".

A educação, a saúde, a segurança pública, o ambiente e a cultura, são algumas da áreas que a CDU entende terem sido prejudicadas pelo PIDDAC.

"Na área do ensino nem sequer há verbas específicas para Gaia. E chega-se ao ridículo de inscrever 500 euros para redes culturais, num concelho que tem cerca de 300 mil habitantes", concluiu Ilda Figueiredo.


 


Fonte: JN

publicado por Pedro_Santos às 12:40
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Sexta-feira, 4 de Novembro de 2005

Tomada de Posse de Meneses

LFM_2.jpg 

 


Dicas ao Governo e aos autarcas da região Norte marcaram o discurso de tomada de posse de Luís Filipe Menezes.


O terceiro mandato que agora inicia as suas funções, histórico pelo facto de ter sido escolhido o mesmo presidente e a mesma maioria pela terceira vez consecutiva, merece de Luís Filipe Menezes a garantia de que «tudo faremos para que esta maioria volte a merecer semelhante apoio dos gaienses em 2009».
Na cerimónia da sua tomada de posse, onde não passou despercebido o abraço de Rui Rio, Menezes defendeu a cooperação institucional entre Porto e Gaia e considerou, a propósito, que «estão criadas todas as condições políticas, técnicas e pessoais» para que avancem projectos comuns, como novas pontes que sirvam o metro e unam as ribeiras, a reabilitação da ponte D. Maria, a construção do teleférico entre as duas cidades, as travessias fluviais, a animação turística e cultural conjunta, numa lógica de colaboração intermunicipal, no âmbito da qual defende a constituição de empresas ou outro tipo de instrumentos de cooperação.
Designadamente, Menezes defende uma posição conjunta sobre o Orçamento de Estado, com vista a inverter a tendência de aprofundamento das assimetrias regionais em termos de investimento público: «A economia não é relançável com o aumento de impostos sobre o consumo e sobre as empresas e com o abrandamento abrupto do investimento público», afirma Luís Filipe Menezes, considerando que «tal receita é muito perigosa». De resto, na sua óptica, também não é possível relançar a economia com uma gestão crispada, a quem se retiram a esmo direitos sociais, nem com políticas que confundem ajustamentos pontuais com reformas estruturais profundas de que a Justiça, Administração Pública, Educação e Estado Social «tanto carecem».
Por outro lado, Menezes considera que a economia não se relança, igualmente, enquanto Portugal e a Europa continuarem a defender a «actual tese suicida, de que a sua competitividade depende de umas contas públicas enxutas à custa da destruição unilateral de padrões civilizacionais que demoraram 200 anos a edificar». Este desiderato, porém, só será possível quando Portugal e a Europa inverterem o seu posicionamento no mundo e passarem a «impor as suas regras aos que hoje nos colonizam economicamente»
Até lá, Menezes recomenda: «Não agravemos a situação futura. Baixemos os impostos de forma moderada e específica, moralizemos excessos, mas respeitemos as bases fundamentais de um Estado Social justo e solidário e reformemos rápida e implacavelmente».


METRO

Modelo de gestão é inegociável

O projecto do Metro é um dos exemplos fulcrais da necessidade de intervenção organizada dos autarcas, no âmbito da defesa da Região Norte. A propósito, Menezes evidencia a necessidade de o Metro continuar a expansão da sua rede e considera «imprescindíveis» as linhas de Gondomar e Gaia, a linha da Boavista, a conclusão da duplicação da linha da Póvoa, a linha dupla entre a Maia e a Trofa.
Por outro lado, afirma que o actual modelo de gestão, no que diz respeito ao peso da representação metropolitana no Conselho de Administração, é «inegociável». Não que considere a actual gestão errada, até porque o próprio ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações reiterou o seu apoio à actual Comissão executiva e ao seu presidente. Contudo, Menezes apela aos autarcas da AMP para que, numa posição organizada, não permitam o «desejo inconfessado» do Governo de «centralizar de novo o domínio político formal sobre o maior projecto da região».
No âmbito desta cooperação, Menezes defende a união dos autarcas do Norte no que respeita, designadamente, a modelos de descentralização e financiamento.

Gaia primeiro

Luís Filipe Menezes apontou, na sua tomada de posse, as prioridades do seu mandato: IC24, porto de pesca e de recreio da Afurada, Cine Teatro Brazão, Parque Desportivo da Lavandeira, Via Circular do Centro Histórico, Parque de Preservação Ambiental de Lavadores, reabilitação urbana do centro histórico e respectiva candidatura a Património Mundial, parques empresariais de Sandim, Perosinho e S. Félix da Marinha, lançamento de escolas municipais de desporto e artes, centros comunitários de apoio à infância e terceira idade, melhoria do sistema educativo, criação de 5.000 postos de trabalho, entre outros, com vista a dinamizar a aposta forte no emprego moderno, educação, acção social, cultura, desporto e animação turística. «Para este desafio, contaremos com todos», afirma o autarca.

Distribuição de pelouros

Luís Filipe Menezes – Coordenação geral, Protecção Civil e Segurança, Educação e Ensino Superior, Polis e Urbanismo, coordenação da actividade da Gaiurb.

Marco António – Vice-presidência, Gestão Financeira, Habitação Social, Reabilitação Urbana e coordenação das empresas municipais Energaia e Gaia Social.

Firmino Pereira – Obras Municipais, Transportes, Juventude e Educação.

José Guilherme Aguiar – Desporto, Acção Social, Saúde e empresa municipal Gaianima.

Mário Dorminsky – Cultura, Turismo, Ciência, Candidatura das Caves do Vinho do Porto e Centro Histórico a Património Mundial.

António Barbosa – Vereador adjunto do presidente no Urbanismo e do vice-presidente na gestão financeira.

Mário Fontemanha – Fiscalização, Desenvolvimento Económico e Ambiente.


Câmara Municipal

Luís Filipe Menezes (Gaia na Frente)
Barbosa Ribeiro (PS)
Marco António (Gaia na Frente)
Guilherme Aguiar (Gaia na Frente)
Moreira Alves (PS)
Firmino Pereira (Gaia na Frente)
Mário Dorminsky (Gaia na Frente)
António Guedes Barbosa (Gaia na Frente)
Ilda Figueiredo (CDU)
Mário Fontemanha (Gaia na Frente)


Assembleia Municipal

Sílvio Cervan (Gaia na Frente)
Manuel dos Santos (PS)
Filipe Ramos (Gaia na Frente)
Joaquim Sá (PS)
Flores Morim (Gaia na Frente)
Aguiar Falcão (Gaia na Frente)
Gustavo Carranca (PS)
Silvano Teixeira (Gaia na Frente)
Filomena Tavares (CDU)
João Paulo Correia (PS)
Sérgio Luís Vasconcelos (Gaia na Frente)
Laura Conceição Santos (PS)
Pedro Neves Sousa (Gaia na Frente)
Milton Reis (Gaia na Frente)
Alberto Sousa (BE)
Osvaldo Pinho (PS)
Manuel Bernardo (Gaia na Frente)
Serafim Canedo (PS)
Luís Miguel Nogueira (Gaia na Frente)
Jorge Sarabando (CDU)
Henrique Pereira Necho (Gaia na Frente)
Cipriano Castro (PS)
Nuno Miguel Braga Costa (Gaia na Frente)
Joaquim Sousa Rocha (PS)
Lígia Correia (Gaia na Frente)
Carla Marques Silva (PS)
José Manuel Rocha (Gaia na Frente)
António Santos Rocha (Gaia na Frente)
Ana Isabel Valente (CDU)
Carlos Alberto Silva Marques (PS)
Fernando Ferreira Alves (Gaia na Frente)
António Silvestre Pereira (BE)
Jorge Miguel Alves Pacheco (PS)


Presidentes de Junta de Freguesia

Arcozelo – Nuno Castro Chaves (Gaia na Frente)
Avintes – Mário Gomes (PS)
Canelas – Vítor Canastro (PS)
Canidelo – Fernando Andrade (Gaia na Frente)
Crestuma – José Conceição Ferreira (Gaia na Frente)
Grijó – Rogério Tavares (PS)
Gulpilhares – Alcino Lopes (PS)
Lever – Manuel Gama (Gaia na Frente)
Madalena – Carlos Cidade (PS)
Mafamude – Fernando Lopes Vieira (Gaia na Frente)
Olival – Manuel Azevedo (PS)
Oliveira do Douro – Eduardo Vítor Rodrigues (PS)
Pedroso – António Tavares (MIC)
Perosinho – Ramos Pais (Gaia na Frente)
Sandim – Mota Batista (Gaia na Frente)
Santa Marinha – Joaquim Leite (Gaia na Frente)
S. Félix – Joaquim Almeida (Gaia na Frente)
Seixezelo – Sérgio Batista (Gaia na Frente)
Sermonde –António Magalhães (PS)
Serzedo – António Pedrosa (Gaia na Frente)
S. Pedro da Afurada – António Morais (MIC)
Valadares – Jorge Soares (Gaia na Frente)
Vilar de Andorinho – Manuel Monteiro (PS)
Vilar do Paraíso – Elísio Pinto (Gaia na Frente)

publicado por Pedro_Santos às 09:17
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Quinta-feira, 3 de Novembro de 2005

Pedaços de História - A origem do Vinho do Porto

barco_rabelo.jpg


Hà cerca de 5 mil anos, os habitantes da região de Almeida, no sul de Espanha, já plantavam vinha e, provavel-mente as primeiras migrações provenientes do centro da Europa chegadas ao noroeste ibérico no segundo milénio a.C., procederam, à semelhança dos seus antepassados das florestas alpinas e nórdicas, à colheita dos frutos doces e comestiveis, e possivelmente esmagavam-nos para fazer vinho. A vinha terá sido cultivada pela primeira vez em Portugal pelos Fenícios, e posteriormente desenvolvida pelos Gregos e Romanos, principais responsáveis pelo desenvolvimento da viticultura.


Aquando da invasão dos visigodos e pelos mouros no séc.VII, é encontrada uma referência a esta cultura. Com a invasão dos mulçulmanos há uma certa resistência à produção do vinho, devido ao preceito do corão que o proíbe, mas ele continuou a ser cultivado o que causou possivelmente o desaparecimento das culturas vinícolas do Sul do País por alturas da reconquista, a fome generalizada provocada pela guerra, e tendo parte dos terrenos sido aproveitados para o cultivo do trigo e da oliveira, e instituidas áreas de reserva para caça da nobreza e da casa Real. Na década de 700 d.C., D. Afonso I das Astúrias libertou toda a região do Douro dos invasores.

A importância da vinha na economia portuguesa, constitui facto indesmentível. Os forais de S. João da Pesqueira (séc. XI) e de Freixo-de-Espada-à-Cinta (séc. XII), impõem aos seus habitantes como tributo, o pagamento em vinho ou fazem referência ao cultivo da vinha. Com a independência de Portugal (séc. XII), a importância do Douro aumentou, já que todos se referiam à obrigação dos moradores pagarem uma contribuição em vinho. No reinado de D. Afonso III (séc.XIII), o comércio com Vila Nova de Gaia era já de grande importância, pelo que, do seu foral se determinou que, qualquer barca carregada de vinho com destino a esta vila pagaria tributo. Desde o séc. XIII, exporta-se vinho para França, sendo o grande incremento das exportações para Bruges, Ruão, Honfleur. No séc. XVI, Rui Fernandes faz a descrição da região de Lamego por 2 léguas em redor da cidade, pagando-se dizimos em vinho. Este vinho era transportado em barcos para entre Douro e Minho, o Porto, Aveiro, Lisboa, Ilhas e armadas do rei. Os de melhor qualidade iam por terra para as cortes de Portugal, Castela, para nobres de todo o país, da Flandres e outras províncias do Norte, Brasil, Guiné, Angola, India…

Graças à cultura da vinha, inicia-se na região do Douro, de meádos do séc. XVI a finais do séc. XVIII um notável progresso. Em Gaia, desde os tempos mais remotos, existiram compra e venda de vinhos, sobressaindo, entre estes, os produzidos no Alto Douro. A comprová-lo há a elevada quantidade de edifícios construídos, expressamente para a recolha de vinhos, numa grande parte da área da freguesia de Santa Marinha.Esta bebida era produzida na Região demarcada do Douro mas considerava-se fundamental que repirasse o ar de Vila Nova de Gaia, devido a este ser mais fresco e húmido, e era também por isso que este era, até há poucos anos, aqui engarrafado. O transporte foi iniciado por barcos rabelos, de origem visigótica e perfeitamente adaptados às dificeis condições de navegabilidade do rio. O último transporte realizado por esta embarcação efectuou-se em Setembro de 1965, depois da construção da Barragem Hidroeléctrica do Carrapatelo, sendo feito hoje em dia por camiões-tanque.

A gloriosa fama alcançada pelos vinhos da região duriense, em todos os mercados do mundo, sob a designação de Vinhos do Porto, deve-se a todos os comerciantes vinícolas, tanto nacionais, como estrangeiros, que se estabeleceram em terras gaienses. No exercício do comércio de vinhos, há o honroso facto de existirem empresas e sociedades, algumas com mais dum século e muitas já com dezenas de anos. Estas oferecem visitas guiadas em várias línguas, explicando a origem desta generosa bebida e oferecem uma prova para que os seus visitantes possam degustar esta bebida considerada por muitos digna dos Deuses.

Decorria o ano de 1751, quando José Ferreira, avô de D. Antónia Adelaide Ferreira, deu princípio á Casa Ferreirinha, que, actualmente é dirigida por descendentes de D. Antónia Adelaide Ferreira. E em 1756, é fundada por alvará régio assinado por D. José I e subscrito pelo famoso Marquês de Pombal, a Casa Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro. Esta casa foi encarregada de proceder à delimitação da região dos vinhos de feitoria, ou tratados, o que concluíu em 1761.




Fonte: Gaianet
publicado por Pedro_Santos às 09:56
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