Sábado, 29 de Outubro de 2005

Meteu gasolina, não pagou e fugiu...

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Um homem de 46 anos, do Porto, sem profissão, foi ontem detido em Oliveira do Douro, Gaia, por elementos da Esquadra de Investigação Criminal da PSP de Espinho, por ter sido encontrado a conduzir um carro de alta cilindrada, avaliado em 30 mil euros, que havia sido furtado em Gaia.


A detenção ocorreu a meio de tarde de anteontem, no seguimento de diligências policiais relacionadas com o abastecimento de combustível com fuga praticado numa bomba de gasolina de Espinho.


O detido, que já possui cadastro por furto de veículo, foi ontem presente a tribunal. A Polícia de Espinho, para além da detenção do homem, identificou duas mulheres que seguiam com ele. Uma de 37 anos, residente no Porto, desempregada, tinha diversos pedidos de prestação de termo de identidade e residência, por falta de comparência em tribunal. Uma arquitecta de 41 anos, moradora em Gaia, também foi identificada. O carro (Audi A4) foi já entregue ao proprietário e a Polícia recuperou documentos de outros veículos cujas matriculas foram furtadas e outros artigos, entre os quais uma réplica de uma pistola e o respectivo coldre.


Fonte: JN

publicado por Pedro_Santos às 09:55
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Sexta-feira, 28 de Outubro de 2005

De volta às origens...

O Rancho Folcórico de Perosinho vai recriar a "Esfolhada do Resto". A festa vai decorrer na sua sede, à semelhança do que vem acontecendo ao longo dos anos.


Horário:


21h30


Local:


Rancho Folclórico de Perosinho


Rua das Colectividades, Perosinho


Data:


29-10-2005 a 29-10-2005


Fonte: Gaiaglobal

publicado por Pedro_Santos às 12:07
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Pedaços de História - O eléctrico

 Já que falamos da História e das Estórias dos troleicarros, porque não falar também das do eléctrico?!



electrico.gif


A Serra do Pilar, desafiava as muralhas fernandinas, na sua austeridade, que se lhe opunham do outro lado do rio para a encontrarmos circundava-se o que é hoje o Jardim do Morro, e para o eléctrico passar foi necessário fazer um rasgo na pedreira da Serra. Este túnel, no entanto, era muito estreito, e, os passageiros eram avisados para não colocarem a cabeça de fora, dado o perigo de toca-rem nos morros. Joaquim Magalhães, foi o príncipal res-ponsável pela passa-gem do eléctrico em Vila Nova de Gaia e, tal como nos nossos dias, levou um certo tempo a serem ultrapassadas as dificuldades e vencidas as buro-cracias.O diário portuense "Jornal de Notícias", publica a 6 de Outubro de 1905, "O sr. ministro enviara um telegrama ao governador civil, comunicando-lhe que ontem mesmo fora assinada a autorização para a passagem dos carros eléctricos pela ponte de D. Luís". E acrescenta: "Que em breve principiará a funcionar a linha americana desde a praça da Batalha até ao pitoresco lugar de St.º Ovidio, devendo mais tarde prolongar-se até aos Carvalhos, ficando assim uma grande parte do vizinho concelho rápida e comodamente ligada com a cidade".Como os carris montados sobre a ponte de D. Luís não davam passagem à terra, colocaram dois tróleis ligados a duas linhas aéreas existentes sobre a ponte para o fazer.



Finalmente, a 28 de Outubro de 1905, é inaugurada a linha. A população organizou-se em comissões para preparou os festejos em Santo Ovídio, nas Devesas e Serra do Pilar. Os locais e passagens da linha, foram enfeitados com flores, bandeiras e galhardetes. Por volta da meia-hora da tarde o actual Jardim do Morro, foi invadido pela população, que vinha para participar nos festejos. As comissões de festas estavam já preparadas para receberem as autoridades e individualidades da época, organizando-se depois um cortejo com todos os participantes até à entrada da ponte. Cerca de uma hora e um quarto depois chegou o primeiro carro eléctrico. Percorreu depois as linhas 14 e 13 no meio de comemorações que incluiam troca de brindes e discursos. A satisfação era tanta, que fez daquele dia um dos mais importantes da história do Concelho.


É interessante referir que, as duas primeiras viagens dos eléctricos foram gratuitas, com lotações esgotadas, assim como todas as demais carreiras realizadas nesse dia. E que, nesse mesmo dia, surgiu o primeiro protesto visto que o carro eléctrico, que fazia a travessia da ponte, pagava por cada viagem 110 reis, e os passageiros 5 reis cada; ora, esta cobrança excessiva, não foi do agrado geral e teve como resultado violentos protestos ao ponto de se fixarem pelas paredes de Gaia, panfletos contra a Companhia Carris. A continuidade da linha até aos Carvalhos foi, entretanto, esquecida.


Fonte: Gaianet.pt

publicado por Pedro_Santos às 09:36
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Quinta-feira, 27 de Outubro de 2005

Demissão do Director Clínico do CHG

O director clínico do Centro Hospitalar de Gaia, António Vilarinho, pediu a demissão, alegando falta de condições que permitam, "com dignidade", continuar no cargo. Na base da decisão,tomada no final da passada semana, estará a instalação de equipamento de tecnologia avançada no serviço de Cardiologia, processo que, argumenta o médico, não teve o seu aval.


A saída de António Vilarinho, nomeado para as funções em Maio do ano passado, começa, no entanto, a ter outras leituras e fala-se já em "possíveis saneamentos políticos", situação que o PS, o principal acusado, desmente.


A carta de demissão, dirigida ao Conselho de Administração do hospital, indicia o arrastar de desentendimentos entre o director clínico e responsáveis por outros serviços. António Vilarinho, que ontem, apesar de várias tentativas, não esteve contactável, ter-se-á manifestado "fragilizado" com a confirmação de que o serviço de Cardiologia será dotado de uma angiotumografia axial computadorizada.


O aparelho, sofisticado e raro em Portugal, permite tratar, com mais eficácia, doenças dos foros cardíaco, neurológico e cardiovascular e será instalado em Gaia na sequência da aprovação de uma candidatura ao programa Saúde XXI, apresentada, pelo hospital, em 2002.


"O que o director clínico argumenta é que não terá sido tido nem achado na instalação do equipamento em Cardiologia e que as tentativas que fez para conseguir outro tipo de material, sobretudo para radiologia, saíram goradas", disse , ao JN, fonte hospitalar.


Contudo, há quem trace outro cenário em torno de uma "guerra", que já chegou à Administração Regional de Saúde, e diga que se está perante "uma manobra que visa fazer cair o actual Conselho de Administração", nomeado pelo ministro anterior, Luís Filipe Pereira, "sob a capa de que o seu presidente, Castanheira Nunes, não terá conseguido acabar com conflitos entre responsáveis de serviços".


"A demissão do director clínico pode abrir a porta a argumentos para sanear a Administração e fazer subir gente conotada com o PS", disse a mesma fonte, recordando que, ciclicamente, "o hospital sofre conflitos político-partidários".


"Essa não é a prática do PS. Pode ser a de outros partidos. Enquanto for o responsável pela área da Saúde no Porto terei em conta a competência profissional e não a filiação partidária", afirmou, ontem, Manuel Pizarro, deputado socialista, acrescentando que "é possível que haja mudanças em Gaia no final do mandato".


Manuel Pizarro considera que as razões do director clínico "devem ser analisadas", entendendo que seria "uma tolice o hospital perder, contudo, um equipamento que tem aprovação, por muito que se discuta a sua prioridade".


Fonte: JN

publicado por Pedro_Santos às 10:07
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Quarta-feira, 26 de Outubro de 2005

Nomeações em empresas municipais

Luís Filipe Menezes já escolheu os administradores das empresas municipais de Gaia. Há mandatos renovados, mas também algumas estreias e até algumas surpresas.


Na Águas de Gaia, por exemplo, José Maciel mantém-se na presidência, juntado-se-lhe, como administradores executivos, Silva Martins e Rogério Gomes (ex-director do jornal "O Comércio do Porto"). Segundo fonte da autarquia, a escolha deste último prende-se precisamente com o facto de ter um perfil "menos técnico" e com o seu conhecimento na área da Comunicação Social.


A GaiaSocial será liderada pelo vice-presidente, Marco António Costa (que, aliás, na distribuição de pelouros, já tinha recebido a habitação social), acompanhado por André Correia, e, outra surpresa, Silvano Teixeira (ex-deputado municipal da CDU).


À frente dos destinos da Gaianima mantém-se José Guilherme Aguiar, tal como Nélson Cardoso (também vereador, eleito pelo PSD, na Câmara de Matosinhos) e Mário Dorminsky (alma mater do Fantasporto e que foi também eleito vereador nas listas de Menezes).


No Parque Biológico, Nuno Oliveira é promovido a presidente do Conselho de Administração (foi cabeça de lista do PSD à Junta de Avintes), acompanhado por Cancela Moura (ex-rival de Menezes na concelhia do PSD) e de novo Nélson Cardoso.


Finalmente, na Gaiurbe o presidente será Menezes, com António Barbosa (vereador "adjunto") e José Maciel.


Fonte: JN

publicado por Pedro_Santos às 09:32
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Terça-feira, 25 de Outubro de 2005

Pedaços de História - Os Troleicarros

Esta é a história dos tão famosos Troleicarros que vaguavam no Gande Porto. Visto que este é um blog que fala de Vila Nova de Gaia, era inevitável não falar deles...


1954 - foram efectuadas obras pela JAE (Junta Autonoma das Estradas) na Ponte D. Luiz I que apontaram para um seu precoce envelhecimento agravado pela passagem dos carros eléctricos – corrosão electrolítica nos pilares e excesso de vibrações.


1955 - a STCP (Sociedade de Transportes Colectivos do Porto) realiza um estudo para a substituição da rede de carros eléctricos em VILA NOVA DE GAIA por troleicarros.


1956 - foi concedido um empréstimo à STCP no valor de 20 milhões de Escudos para implementação do sistema de troleicarros.


1958 - foi a chegada dos primeiros troleicarros. Pintados de vermelho escuro e com o tejadilho cinza, são fabricados em Inglaterra pela BUT - British United Trolley, com chassis Leyland e motor eléctrico de 99 kW (135 CV) Metropolitan-Vickers; têm duas portas e podem transportar até 55 passageiros, dos quais 32 sentados. Esta primeira encomenda é de 20 carros, os últimos dos quais só chegam ao Porto durante os primeiros meses de 1959. São numerados de 1 a 20.


Em Dezembro/1958 foram realizados testes dos troleicarros no centro da cidade. No dia 01/Janeiro/1959 foi o início da exploração dos troleicarros. São criadas as carreiras :
33, Pç. Almeida Garrett - Coimbrões (pelo tabuleiro superior da ponte D. Luiz I);
e 35, Pç. Almeida Garrett - Lordelo do Ouro, a qual serve também de linha de serviço para a Estação de Recolha localizada na Carcereira (estação que existe desde 1948 e à data recolhem os autocarros).


No dia 03/Março/1959, após a chegada dos restantes troleicarros da primeira remessa de 20, iniciam-se nesta data as carreiras, todas em direcção a VILA NOVA DE GAIA:
31, Pç. Almeida Garrett - Câmara Municipal de Gaia - Stº. Ovídio - Infante - Pç. Almeida Garrett (ida pelo tabuleiro superior da Ponte de D. Luiz I e retorno pelo tabuleiro inferior);
32, Idem, em sentido oposto (anti-horário);
36, Pç. Almeida Garrett - Stº. Ovídio (via Bifurcação, pelo tabuleiro superior); e
37, Idem (via Mafamude, pelo tabuleiro inferior da Ponte).


Já no dia 04/Março/1960 é extinta a carreira 37, Pç. Almeida Garrett - Mafamude - Stº. Ovídio; e a 35 é prolongada até Campanhã, via Bonfim.


 


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1962 - Segunda encomenda de troleicarros. Como os anteriores, são fabricados em Inglaterra pela BUT - British United Trolley, com chassis Leyland e motor eléctrico de 99 kW (135 CV) Metropolitan-Vickers; mas nesta encomenda de 6 carros, eles têm três portas e podem transportar até 71 passageiros, dos quais 20 sentados. Serão numerados de 21 a 26.


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No dia 11/Junho/1964 é criada a carreira 35A, Bonfim - Lordelo (via Campanhã), para reforço da linha 35 e em substituição da linha 11 de carros eléctricos.


Em 1965 é feita a maior encomenda de troleicarros em toda a história desse tipo de transporte em Portugal: 75 carros, sendo 25 com um piso e 50 com dois - estes com a particularidade de ter duas escadas interiores, um pormenor único no Mundo. Os chassis dos troleicarros são Lancia e os motores CGE - Compagnia General d'Eletricittà, ambas companhia italianas, o que fará com que, mais tarde, passem a ser conhecidos como «os italianos»; as carroçarias são construídas em Portugal pela empresa Dalva, do Porto. Possuem motores eléctricos de 110 kW (150 CV) e suspensão mista (hidráulica, molas e amortecedores) - que os tornam mais cómodos do que os BUT - e podem transportar até 76 passageiros (29 sentados), os carros de um piso, e até 91 passageiros (68 sentados) os de dois pisos. Receberam dois tipos de numeração: uma sequencial a partir de 27 (até 101) - a «matrícula» - e uma outra funcional, de acordo com o do tipo do carro: de 27 a 51 para os carros de um piso, e de 101 a 150 para os carros de dois pisos. A entrega dos carros iniciou-se em 1965 (os primeiros de dois pisos) e terminou já em 1967.


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No dia 10/Setembro/1967 iniciam-se as carreiras na direcção Este, para o concelho de Gondomar, com a utilização exclusiva dos carros de dois pisos:
10, Bolhão - Venda Nova (substituindo a linha 10 de eléctricos);
11, Bolhão - S. Pedro da Cova; (substituindo a linha 10/ de eléctricos);
12, Bolhão - Gondomar (substituindo a linha 10// de eléctricos).


Em 26/Outubro/1968 é inaugurada, pelo Presidente da República, a Estação de Recolha da Areosa, com uma área de 25 mil m², e onde passam a recolher (apenas) os troleicarros - 101 operacionais à data.


Já no dia 17/Novembro/1968 Iniciam-se as carreiras na direcção Norte:
9, Bolhão - Ermesinde (substituindo a linha de eléctricos com o mesmo número e com a utilização preferencial dos BUT de três portas);
e 29, Bolhão - Travagem (com a utilização exclusiva de carros de dois pisos). E, dentro da cidade, é criada a carreira 34, Bolhão - Campanhã (com a utilização preferencial dos Lancia de um piso). Nesta mesma data é desactivada a carreira 35A e é suspensa, temporariamente, a carreira 35, a qual é substituída por autocarros (carreira 135); contudo, mantém-se em funcionamento em horas de ponta para reforço do serviço de autocarros.


No dia 17/Março/1970 a carreira 35, Lordelo do Ouro - Campanhã (via Bonfim) é novamente colocada em operação regular.


10/Dezembro/1972 é a data que assinala a inversão de sentido de circulação da Rua de Stº. António (31 de Janeiro), pelo que as carreiras 32, 33 e 36 passam a descê-la em vez de a subir, continuando a terminar na Praça Almeida Garrett.


No dia 13/Dezembro/1976 deixam de circular, definitivamente, as carreiras 34 e 35, ambas com término em Campanhã.


No dia 09/Março/1977 deixa de circular a carreira 10, Bolhão – Venda Nova.


Já no dia 17/Abril/1978 as carreiras 33 e 36 são prolongadas até à Rua Gonçalo Cristóvão (A.C.P.), via Rua de Stª. Catarina (ida) e Sá da Bandeira (volta). Deixa de circular a carreira 31, Pç. Almeida Garrett - Câmara Municipal de Gaia - Stº. Ovídio - Infante - Pç. Almeida Garrett. A carreira 32 passa a fazer o trajecto Rua de Gonçalo Cristóvão (A.C.P.) - Stº Ovídio (via Infante). No dia 10/Julho/1978 as carreiras 32, 33 e 36 passam a descer a Rua de Passos Manuel, fazendo o ponto terminal na Rua de Sá da Bandeira (Café «A Brasileira»).


À data de 24/Agosto/1981 devido a obras na Rua de Stª. Catarina, as carreiras 32, 33 e 36 passam novamente a descer a Rua de 31 de Janeiro, fazendo aí o ponto terminal.


1981 - São encomendados ao mercado nacional 25 novos troleicarros, sendo 15 simples e 10 articulados - os primeiros do tipo a existirem no país.


1983 - Após a apresentação de um protótipo em 16/Agosto/1982 em Coimbra, o Porto recebe o primeiro troleicarro de concepção e fabrico nacional, simples, com chassis e carroçaria Salvador Caetano, motor eléctrico de 131 kW (178 CV) Efacec e componentes electrónicos Kiepe, dotado com um motor auxiliar a diesel, de 4028 cm³ / 50 kW (68 CV), Hatz.


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1984 - São recepcionados as restantes 14 unidades simples e o primeiro exemplar das unidades articuladas; as restantes unidades articuladas são recebidas em 1985. Os carros articulados são em tudo idênticos aos simples, à excepção do motor eléctrico que é de 209 kW (284 CV). Como para os Lancia, os Efacec receberam duas numerações: uma sequencial - a «matrícula» - e uma outra funcional, de acordo com o tipo do carro: os carros simples foram «matriculados» de 152 a 166 e com a numeração funcional de 61 a 75 e os articulados «matriculados» de 186 a 195 e com a numeração funcional de 160 a 169.


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1990 - É lançado novo concurso para aquisição de 35 novos troleicarros articulados, o qual é entretanto cancelado por razões económicas.


199? - São abatidos ao serviço e vendidos para a sucata os troleicarros BUT e Lancia. Além dos referidos atrás e reservados para o Museu do Troleicarro, existem ainda os Lancia de dois pisos 118 e 137, em muito mau estado de conservação e de recuperação duvidosa. Em Setembro/1993 cessam as carreiras de troleicarros para Vila Nova de Gaia – 32, 33 e 36 -, em virtude de obras na Av. da República. 1994 – é criada a carreira 49, Hospital de S. João – Infante, a qual substitui a carreira de autocarros com o mesmo número.


199? – é criada a carreira 14, Hospital de S. João – Alto da Serra, (via Circunvalação) e também extinta algum tempo depois.


No dia 27/Dezembro/1997 extingue-se o serviço de troleicarros na cidade do Porto com o encerramento, nesta data, da carreira 49, no trecho entre o Bolhão e o Hospital de S. João. Os remanescentes 25 troleicarros Efacec permanecem na Estação de Recolha da Areosa enquanto a STCP inicia a procura de um comprador nos países de Leste.


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No dia 03/Dezembro/1999 é É visto a circular em torno do pátio da Estação da Areosa, sob a catenária - sendo alimentado a energia eléctrica (talvez pela última vez desta forma) -, o troleicarro nº 64 (155), em preparação para uma visita de potenciais compradores russos. trolei_9.jpg


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Em Setembro/2000 a Almaty Elektrotrans, do Cazaquistão, adquire, por menos de 20 milhões de Escudos e através de um dealer alemão, os 23 Efacec à venda.


No dia 03/Outubro/2000 circulam pela última vez troleicarros no Porto. Desta vez propelidos pelo motores diesel auxiliares (haviam sido retiradas as varas), 14 Efacec simples e 9 articulados percorrem, entre as 22h09 e as 03 horas do dia 4, os cerca de 12 km que separam a Estação de recolha da Areosa do Porto de Leixões, onde são embarcados, no dia 10, no navio russo Amur 2537 com destino a S. Petersburgo, com posterior encaminhamento, por via férrea, para Almaty.


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No primeiro dia do séc. XXI ainda subsistiam raríssimos vestígios da passagem dos troleicarros pela cidade, mas as linhas aéreas que existiam entre o PT eléctrico da Areosa e a Estação de Recolha (cerca de 1 km) até 10/Março foram retiradas de imediato.


Fonte: http://usuarios.lycos.es/trolleybus/ptdataspt.htm

publicado por Pedro_Santos às 17:03
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Um Metro de decisões...

metro2.jpg A alteração do modelo de gestão da Empresa do Metro, "no que diz respeito ao peso da representação metropolitana no Conselho de Administração", é "inegociável". No dia da tomada de posse para o terceiro mandato na liderança da Câmara de Gaia, Luís Filipe Menezes apela aos autarcas da Área Metropolitana do Porto para que, numa posição organizada, urgente e clara, fechem a porta ao "desejo inconfessado" do Governo de "centralizar de novo o domínio político formal sobre o maior projecto da região".


O autarca considera que só esta ambição estatal justifica a vontade de introduzir mudanças na gestão da empresa já expressa pelo ministro das Obras Públicas, Mário Lino, pois reiterou a confiança na Comissão Executiva da Metro ao recusar a demissão do presidente Oliveira Marques. Tendo em conta que a "liderança técnica" e a gestão do projecto estão, de facto, nas mãos da comissão, apesar da presença dos autarcas na Administração, Menezes entende que, ao reconduzir Oliveira Marques, Mário Lino não pode defender que a "gestão recente foi errada e lesiva do interesse público".


"Nesse projecto, como em qualquer outro em que existem parcerias de responsabilidade, muita coisa pode ser negociada e aperfeiçoada. Contudo, devem existir limites éticos e políticos para qualquer negociação", defendeu, ontem, o presidente da Câmara de Gaia, na cerimónia de tomada de posse, nas Caves Ferreira, rejeitando a mexida no actual modelo de gestão.


Mais importante é avançar "de imediato e sem qualquer constrangimento" com a duplicação da linha da Póvoa e da ligação entre Maia e Trofa e com a construção das linhas de Gondomar, de Gaia e até da Boavista. Aqui, o presidente da Câmara de Gaia surpreende com uma mudança radical de opinião. Em Junho de 2004, Menezes afirmou que seria um "verdadeiro crime" fazer a linha do metro na Avenida da Boavista. Hoje, coloca-a entre as ligações fundamentais.


Certo é que a relação entre os líderes de Gaia e do Porto surge mais amena. Em dia de festa, ficou o abraço entre Menezes e Rui Rio, presidente da Câmara portuense, que marcou presença na tomada de posse, ao lado de outros autarcas do PSD.


A certeza de reconciliação ficou expressa nas palavras de Rui Rio, minutos antes da cerimónia. "Acho que há um desejo mútuo que a relação, ao nível dos presidentes, possa ser como nos últimos meses e não como no início do mandato anterior", garantiu Rio, recusando, no entanto, tecer comentários sobre o funcionamento da Junta Metropolitana do Porto.


Num sinal também de maior proximidade, Menezes confessou a convicção de que existem "condições políticas, técnicas e pessoais" para uma cooperação "profícua" entre Porto e Gaia na concretização de projectos, como as travessias fluviais, ligação a cota baixa entre ribeiras, o teleférico e a reabilitação turística da ponte D. Maria.


Fonte: JN


publicado por Pedro_Santos às 09:36
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Segunda-feira, 24 de Outubro de 2005

Pedaços de História - O Mosteiro da Serra do Pilar

Vemos muitas vezes este belíssimo monumento em folhetos informativos de Vila Nova de Gaia, mas nem todos conhecem a história dele...Vamos recuar no tempo...
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"Considerado pela UNESCO, Património da Humanidade, o Mosteiro da Serra do Pilar, verdadeiro ex-libris de Gaia, é o monumento de maior relevo na freguesia de Santa Marinha.mosteiro_serra_pilar.jpg



A primeira pedra foi lançada em 28 de Agosto de 1538 (dia de Santo Agostinho) pelo Bispo D. Baltazar Limpo, no reinado de D. João III.


 


A Igreja actual foi iniciada em 1598 e acabada apenas em 1672, ficando do antigo convento a torre sineira e o dormitório que actualmente pertence ao Regimento de Artilharia.



A Igreja é circular, bem como o claustro, e são uma cópia da igreja de Santa Maria Redonda, de Roma.



O claustro, com 36 belas colunas jónicas, é também circular e foi concluído em 1692."



Fonte: J.F. Sta. Marinha (www.jf-santamarinha.pt)

publicado por Pedro_Santos às 15:57
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VCI de Gaia

Segundo o avançado na edição de 20 de Outubro do Jornal de Notícias, a Via de Cintura Interna de Gaia estará pronta no final do próximo ano. A via terá uma extensão total de 1,3 km e ligará o Nó da Barrosa à Avenida da República. Entre as novidades destaque para os dois novos túneis: o primeiro será construído sob a própria Avenida enquanto que o segundo ficará situado no Jardim Soares dos Reis, onde estão a decorrer obras que se prolongarão nos próximos dez meses.



Fonte: GaiaGlobal.pt

publicado por Pedro_Santos às 10:14
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Sexta-feira, 21 de Outubro de 2005

(Mais um) Choque em cadeia na VCI

O acesso do IC23 (Via de Cintura Interna) à ponte do Freixo, em Gaia, esteve condicionado, ontem à tarde, durante cerca de duas horas, devido a um choque em cadeia que envolveu nove viaturas. Do acidente resultaram seis feridos ligeiros.


Segundo a Brigada de Trânsito da GNR, o acidente, que ocorreu às 14.30 horas, terá sido provocado pelo piso molhado, conjugado com a acentuada inclinação da via. As viaturas da frente foram as que registaram mais estragos.


André Baía, um dos envolvidos no choque, diz que na altura, "apesar de já não chover, o piso estava muito escorregadio. Quando passei a curva não havia sinalização e não consegui travar a tempo". A mesma testemunha apontou que, apesar da PSP também estar presente, ainda não tinha feito nenhum teste de alcoolemia. "Isso devia ser procedimento de rotina. É um escândalo", afirmou. Tiago Borges, outro dos envolvidos, explica que "apesar de circular a uma velocidade moderada, foi impossível evitar o choque porque a faixa da esquerda estava obstruída por uma carrinha."


Dos seis sinistrados, nenhum ficou ferido com gravidade dois apresentavam suspeitas de traumatismo na coluna, os restantes registaram fracturas nas pernas e pequenas feridas . Foram socorridos no local por duas ambulâncias e umaviatura do INEM, tendo sido transportados para o Hospital de Santos Silva. Ao local acorreram dois carros dos Sapadores de Gaia, que procederam à estabilização da via e ao corte das baterias das viaturas, de modo a evitar possíveis incêndios. Na altura em que o JN esteve no local, a BT procedia já às averiguações finais e esperava-se apenas a chegada dos reboques que removeriam os veículos da faixa de rodagem .


Números


9


viaturas estiveram envolvidas no choque em cadeia. Do acidente resultaram seis feridos ligeiros, transpostados para o Hospital de Santos Silva.


2


ambulâncias uma viatura do INEM, dois carros de bombeiros, um carro da PSP e um veículo da Brigada de Trânsito foram os meios canalizados para o local.



Fonte: JN

publicado por Pedro_Santos às 09:27
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