Quarta-feira, 11 de Outubro de 2006

NOVIDADES!!!

Devido a alguns problemas de carácter particular, este blog não pôde continuar a ser actualizado. Informo que a partir deste momento este blog continuará a ser actualizado!
publicado por Pedro_Santos às 20:10
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Segunda-feira, 12 de Dezembro de 2005

Lançamento de CD...

No próximo dia 17 de Dezembro de 2005 irá se realizar uma lançamento de um CD da Banda da Sociedade Musical 1º de Agosto (Banda de Coimbrões). Irá também haver um concerto por parte da Banda.


O evento realizar-se-á às 21:30h na igreja de Coimbrões.


...APAREÇA...

publicado por Pedro_Santos às 19:29
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Quarta-feira, 30 de Novembro de 2005

Ginásio de Matemática

Já abriu o Mathnasium em Vila Nova de Gaia para pôr os mais jovens a “mexer” com os números.



“Tal como num ginásio se exercita o corpo, no Mathnasium exercita-se o raciocínio” - este é o conceito que está subjacente a um método inovador de aprender Matemática: cada aluno é acompanhado através de um programa de treino personalizado, construído a partir de um diagnóstico inicial, podendo, assim, reforçar os seus conhecimentos de Matemática, bem como a sua autoconfiança.
Este centro de aprendizagem destina-se a alunos do ensino básico (2.º ao 9.º ano) e pode ser frequentado de segunda a sexta-feira, das 16h00 às 20h00 e aos sábados das 10 às 13 horas.


Fonte: Comércio de Gaia

publicado por Pedro_Santos às 15:33
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Sexta-feira, 11 de Novembro de 2005

Trance Party

Vindo directamente de Israel, Udi Aka Dj Goblin promete animar a noite do Hard-Club de hoje, sexta-feira 11 de Novembro, com uma sessão de trance music. O primeiro beat está marcado para a 01h00, com Goblin a prometer não defraudar as expectativas.


Horário:


01h00


Local:


Hard-Club
Cais de Gaia,1158
4400-161, Vila Nova de Gaia


Contacto:


Telefone - 223744755
Fax - 223753814
mail@hard-club.com
www.hard-club.com


Bilhetes:


5 Euros


Fonte: GaiaGlobal

publicado por Pedro_Santos às 13:44
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Quinta-feira, 10 de Novembro de 2005

! ! ! ATENÇÃO ! ! !

O site Blog de Gaia, interessado em todas as questões de Gaia, realizou uma votação para saber as opiniões dos utilizadores sobre o namoro das duas jovens na escola António Sérgio.

Para dar a sua opinião, clique na secção VOTE AQUI ! presente no lado esquerdo do site ou - Clique aqui -


A sua opinião CONTA!!!!!!!!!!
publicado por Pedro_Santos às 09:47
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A guerra continua...

As protagonistas da história são duas alunas da Escola Secundária de António Sérgio, em Gaia, e já não mostram grande vontade em falar do caso. "Sinto-me mal. Já nem saio de casa como antes". As palavras vêm de uma das estudantes que, há cerca de oito meses, assumiu um namoro proibido aos olhos de responsáveis da escola. Proibido porque lésbico. Proibido porque fora "da sã convivência e do respeito".

Trocado um beijo em frente a uma funcionária, espoletou-se uma polémica que, do interior da escola, já chegou ao Parlamento, pela mão do deputado do Bloco de Esquerda, João Teixeira Lopes, que fala em "discriminação". Agora, é a vez do presidente da Confederação Nacional de Associações de Pais (Confap), Albino Almeida, criticar a forma de actuar do Conselho Executivo da Escola.

"O namoro entre alunas foi pretexto para estigmatizar e revela que falta formação cívica aos responsáveis pela escola", atira o dirigente, considerando que "é inaceitável pensar que é com regulamentos ou com falsos moralismos que se vai probir seja o que for".

Os visados mantêm a posição assumida na passada segunda-feira. Negam qualquer discriminação, falam em respeito e impõem regras a "homo ou a heterossexuais". As acusações feitas pela Associação de Estudantes, que denunciou o caso num debate realizado dentro da própria escola, e pelas duas alunas (ler caixilho) ficam sem resposta directa.

Vale um comunicado, onde se desmente que haja "uma lei anti-abraço", expressão usada por estudantes para rotular o que ficou estipulado. Ou seja, namorar é possível, desde que fora dos muros da escola. A regra é para todos.Albino Almeida não concorda com a imposição.

Intervir e mediar

"Os problemas da sexualidade têm de ser debatidos, com confiança, entre escolas, jovens e famílias. No caso, até pode tratar-se de uma opção sexual que nem será definitiva. E o que se fez? Estigmatizou-se e criou-se um fenómeno de vitimização. Perante alguma falta de disciplina e de empenho, a atitude foi marcar as alunas, tipo "ainda por cima são lésbicas!", referiu, ontem, ao JN, Albino Almeida.

"Quem está à frente de um Conselho Executivo tem de saber intervir e mediar. E apostarem em pessoal não docente com capacidade para enfrentar problemas. Uma escola leva anos a construir um bom nome. Não pode deixar que isso se destrua em dois segundos ", acrescenta.

A responsável pela Direcção Regional de Educação do Norte, Margarida Oliveira, contesta, também, o comportamento dos responsáveis pela escola, prometendo acompanhar o assunto, incluindo "com apoio psicológico" necessário.



Margarida Fonseca

"Fizeram-me sentir que não sou normal"

O anonimato é a condição imposta. A conversa surge, devagar, com cansaço. A estudante relata a sua versão sem esconder que a projecção pública do caso ficar-lhe-á gravada na pele. "O preconceito dói. O desprezo também", salienta, admitindo que a polémica só teve, como ponto positivo, "pôr a comunidade a pensar sobre a injustiça, a marginalização".

E é isso que diz sentir.

"Ninguém gosta de ver funcionárias de uma escola a apontar o dedo. 'Olha as duas fufas', foi o que ouvimos. Como ouvimos professores a dizerem que não tinha um comportamento normal. Normal é que não é um director de turma chamar a minha mãe e perguntar-lhe se sabia que eu tinha relações com mulheres na escola. Eu sou a minha própria encarregada de educação. A intenção foi negativa".

A aluna nunca se refere, porém, ao namoro com a colega. Fala na troca de um beijo, junto às pautas, visto por "uma empregada que reagiu mal". Conta que a repreensão causou um "incidente de que se arrepende". "Quando me chamaram ao Conselho Executivo essa troca de palavras nem sequer mereceu reprovação. A vice-presidente tratou foi de avisar-me que se queria ser lésbica podia sê-lo, mas fora da escola. E não havia mais beijos nem abraços. Quando lhe perguntei se essa decisão era só para mim, respondeu é para ti e para todos".

O relacionamento com a mãe passou "por tempos difíceis". Agora, "está tudo bem", mas a "vontade de sair é cada vez menor". A solidariedade vinda de alunos "conforta". Aliás, foi à Associação de Estudantes que o caso foi transmitido, logo após "os acontecimentos". Agora, uma frase destaca-se nas paredes da escola "Abaixo os muros".


Fonte: JN

publicado por Pedro_Santos às 09:27
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Quarta-feira, 9 de Novembro de 2005

Menezes quer Portugal Fashion em Gaia

Luís Filipe Menezes está a negociar a transferência do Portugal Fashion do Porto para Vila Nova de Gaia, segundo avançou, segunda-feira, o JN. A notícia fazia referência à presença do presidente da Câmara nos principais desfiles do evento, no passado domingo, na antiga Central Eléctrica do Freixo.

De acordo com a referida notícia, Menezes manifestou a sua intenção aos próprios responsáveis da Associação Nacional de Jovens Empresários e prometeu um espaço mais de acordo com o glamour do principal acontecimento de moda do Norte, possivelmente nos antigos armazéns das caves da Real Companhia Velha. Entretanto, terá ficado agendada uma visita da ANJE ao local apontado por Luís Filipe Menezes.


Fonte: Comércio de Gaia

publicado por Pedro_Santos às 09:46
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Terça-feira, 8 de Novembro de 2005

Namoro impedido

O namoro entre duas alunas da Escola Secundária de António Sérgio, em Gaia, foi proibido por uma funcionária e abriu um conflito entre estudantes e docentes responsáveis. O caso até poderia passar despercebido se não fosse denunciado durante um debate, sobre homofobia, realizado, há dias, dentro da própria escola.

A Associação de Estudantes acusa o Conselho Executivo de tentar impor, desde então, "uma lei antiabraço" e fala em "proibição de afectos" . Garante que os alunos são vigiados e que "qualquer manifestação de carinho, tipo beijos ou abraços", merece impedimentos e "conselhos para que aconteçam fora da escola".

O órgão directivo visado respondeu, ontem, com um comunicado, entregue pessoalmente, ao JN, pelo seu presidente António Teixeira. Na nota, rejeita-se a "prática de perseguir, marginalizar ou (...) interferir nas opções do foro privado dos alunos", nega-se a existência da tal lei "antiabraço" e defende-se "o respeito mútuo e a sã convivência entre toda a comunidade escolar". "E isto é válido para homo e heterosexuais", remata o comunicado.

Desconforto e coragem

"Nunca se questionaram os namoros dentro da escola até agora. Os beijos e abraços não são proibidos no Regulamento Interno e trocar carinho não é faltar ao respeito". A frase, dita por Rita, membro da Associação de Estudantes, merece assentimento dos oito estudantes que foram formando uma roda à porta da escola. "Respeito é aceitar as opções sexuais de cada um", acrescenta Guilherme, líder do grupo por eleição.

Nos rostos dos adolescentes nota-se desconforto, mal-estar. Mas a atitude é de coragem. Na hora de dizer os nomes, eles soltam-se das bocas sem receio. Rita, Guilherme, Alexandre, Luísa, Ana, Tiago, Jorge e Ana Luísa querem constar como na reportagem porque "defensores da liberdade de convicções".

"Ninguém gosta de ferir susceptibilidades. O que nos fere é saber que o amor entre duas alunas trouxe homofobia à escola. E ninguém pode dizer que o assunto era desconhecido. Antes da Associação de Estudantes saber, pelas próprias visadas, o que passava, o Conselho Executivo tinha falado sobre o caso, com as alunas, se bem que usando faltas como disfarce", diz Rita.

"A nossa consciência ditou que não nos calássemos. A melhor forma de tratar o problema foi fazendo um debate. Houve autoritarismo da parte da funcionária que alega ter ficado chocada por ver as duas alunas aos beijos. Há, agora, autoritarismo ao proibir namoros dentro da escola e ao pôr professores a vigiar os alunos nos intervalos", afirma Guilherme.

No comunicado, o Conselho Executivo salienta que desconhecia o relacionamento das duas alunas antes do debate. E assegura que, mesmo que soubesse, nada faria contra "convicções de natureza religiosa, política, sexual ou outras". Há, porém, algumas reticências desde que tais convicções sejam assumidas fora da escola.


"Escola é agora uma rotunda e nem controlo tem à porta"

O painel de azulejos, numa das paredes do átrio principal da escola secundária, pretende homenagear o homem que lhe dá o nome. António Sérgio, filósofo, defensor da liberdade, deixou , como conselho, que se aprenda a pensar. "É o que tentamos fazer todos os dias", assegura Guilherme Morais, presidente da Associação de Estudantes, criticando o facto da escola se ter transformado "numa rotunda" mercê das obras que decorrem no Jardim de Soares dos Reis, devido à construção de um dos acessos à Via de Cintura Interna. "Temos de aceitar que só é permitido fumar fora das instalações. Teremos, agora, também que nos relacionar na via pública. Ninguém se interroga sobre a nossa segurança. Há constantemente carros a circular à volta da escola, devido ao desvio de trânsito. E nem sempre há quem controle as entradas e saídas da escola. Tanto há porteiro como não há", sublinha o dirigente estudantil. "Há falta de pessoal. Mas não há falta de controlo", rebate António Teixeira, presidente do Conselho Directivo. No entanto, a associação argumenta que ainda se aguarda pela instalação de cartões electrónicos que permitirão acessos controlados à escola, para além de servir, com carregamentos, como forma de pagamento de serviços."Pagámos, em Fevereiro, sete euros. Continuamos sem ver a cor dos cartões", asseguram os representantes dos alunos.

"Não é verdade que assim seja. Já há cartões. Pode haver é alunos que não pagaram ou não entregaram, a tempo e horas, fotografias e dados", contesta o responsável pelo órgão directivo da escola."Em vez dos professores e dos responsáveis se preocuparem com os namoros deveriam tratar da falta de condições em alguns pavilhões e nos balneários. No Inverno, o frio é tanto dentro de salas como no exterior", criticam os alunos.


Fonte: JN
publicado por Pedro_Santos às 09:01
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Segunda-feira, 7 de Novembro de 2005

Exemplo a seguir dado pelos mais novos!

O Centro Social de Sandim, a Escola E.B 2/3 Teixeira Lopes e a Escola EB1 do Alquebre foram distinguidas com o galardão eco-escolas atribuído pelo programa europeu com o mesmo nome. A distinção classifica a escola como um bastião ambiental, sendo as suas práticas ecológicas um exemplo a seguir para as comunidades educativas e sociais.

A título exemplificativo, o Centro Social de Sandim conquistou a bandeira verde pelo terceiro ano consecutivo, tendo as suas 196 crianças realizado um trabalho válido de preservação ambiental que se extendeu à comundade, com a colocação dos eco-pontos em Sandim. Numa vertente social, as crianças realizaram acções de sensibilização para a prevenção dos incêndios homenageando do mesmo modo o trabalho das corporações de bombeiros.


Fonte: Gaia Global

publicado por Pedro_Santos às 10:13
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Sábado, 5 de Novembro de 2005

CDU quer extinguir Gaiurb

Ilda Figueiredo, vereadora da CDU na Câmara Municipal de Gaia, defendeu, ontem, o fim da empresa municipal Gaiurb, Gestão Urbanística e da Paisagem Urbana de Gaia.

"O concelho tem demasiadas empresas municipais, fundações e até uma entidade, a Energaia, que ninguém percebe muito bem o que é. E elas praticamente esvaziam a gestão corrente da autarquia. O caso da Gaiurb é paradigmático, com a Câmara a entregar o urbanismo a uma empresa, mesmo que municipal", afirmou Ilda Figueiredo.

Fazendo um primeiro balanço após as eleições autárquicas, a vereadora comunista sublinhou a importância da CDU.

"Conseguimos diminuir a importância da maioria absoluta do PSD/CDS-PP e, com isso, garantimos maior pluralismo e transparência na gestão autárquica", referiu a vereadora.

Por outro lado, Ilda Figueiredo criticou o PIDDAC regionalizado que, afirmou, "não responde às principais carência de Gaia, seja em termos de investimentos em infraestruturas, seja em equipamentos essenciais".

A educação, a saúde, a segurança pública, o ambiente e a cultura, são algumas da áreas que a CDU entende terem sido prejudicadas pelo PIDDAC.

"Na área do ensino nem sequer há verbas específicas para Gaia. E chega-se ao ridículo de inscrever 500 euros para redes culturais, num concelho que tem cerca de 300 mil habitantes", concluiu Ilda Figueiredo.


 


Fonte: JN

publicado por Pedro_Santos às 12:40
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